bebé
Estreia no berçário
Devia ter escrito este post ontem, mas foi um dia de fortes emoções, ainda por cima tive no turno da noite, sai às 8 da manhã e vim despachar o António para o seu primeiro dia de creche (parece fácil, mas por dentro estava com uma turbelência de emoções)
O avô quis vir connosco no seu primeiro dia visto que o papá por estar a trabalhar não pode vir, infelizmente.
Quando lá chegamos toda eu estava nervosa, porque visto bem, é sempre complicado para uma mãe deixar o seu mais que tudo num sítio onde nunca antes esteve, com quem nunca esteve, fora do seu olhar protetor.
Quando lá chegamos toda eu estava nervosa, porque visto bem, é sempre complicado para uma mãe deixar o seu mais que tudo num sítio onde nunca antes esteve, com quem nunca esteve, fora do seu olhar protetor.
Primeiro deixamos o António no seu respectivo berçário com as auxiliares e educadoras: entregá-lo foi um desafio porque era uma incógnita a sua reação.
Aparentemente estava tranquilo. Ficou muito bem ao colo da auxiliar e foi para ao pé dos outros bebés.
Aparentemente estava tranquilo. Ficou muito bem ao colo da auxiliar e foi para ao pé dos outros bebés.
Entretanto tive que tratar de algumas burocracias, tais como, entrega de documentos, pagamentos, informações (muitas!)... Mas voltaria á sala para me verificar que estava tudo bem.
Quando estava mesmo a acabar de assinar papéis e outras coisas, comecei a ouvir dois choros, um de uma menina que estaria a chorar desde que chegou e o outro do António.
Impressionante como as mães conhecem TÃO bem os seus filhos que até o choro distinguem.
Impressionante como as mães conhecem TÃO bem os seus filhos que até o choro distinguem.
Como é natural, o meu coração ficou logo preocupado e despachei-me daquelas burocracias e fui direitinha á sala para verificar o estado do meu pintainho. Mas antes disso, recebi um abraço de uma senhora conhecida da secretaria e umas palavras de conforto. Ela provavelmente, sabia mais que tudo o que estava a sentir. Emocionei-me.
Foi somente um lapso, um choro de solidariedade e compreendo perfeitamente: é tudo novo para eles.
Chegou a hora de me ir embora. Custou. Gostava de dizer o oposto. Mas eu sou muito agarrada ao meu querido filho. Para mim, ele é me tudo. Mas além disso, eu sei que vai ser bom para ele. Para nós.
Ele irá fazer amiguinhos novos, irá se desenvolver cada vez mais...
Só me sinto um pouco mal, por causa dos turnos de trabalho, por vezes parecer que não tenho muito tempo para ele como dantes. É tudo a pensar nele e no nosso futuro, porque a vida não se faz sem sacrifícios.
Ele irá fazer amiguinhos novos, irá se desenvolver cada vez mais...
Só me sinto um pouco mal, por causa dos turnos de trabalho, por vezes parecer que não tenho muito tempo para ele como dantes. É tudo a pensar nele e no nosso futuro, porque a vida não se faz sem sacrifícios.
Mais tarde regressei, e não sabem o alívio de uma mãe que espreita o seu filho pela janela e lá está ele a brincar á frente do espelho a gatinhar, a falar
Hoje a rotina voltou-se a repetir, mas durante duas horas. Posso dizer que consegui limpar e fazer muita coisa em casa.
Beijinhos (e força a todas as mamãs nesta nova etapa!)

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