Ser mãe
Na simplicidade das palavras, ser mãe é algo tão especial que é difícil encontrar uma boa definição para expressar tal acontecimento.
Neste post irei expressar a minha opinião sincera acerca do que sinto enquanto mãe, os prós e contras e o que é ser mãe em qualquer idade.
Ser mãe concluo que seja incutido em todas as mulheres, mas posto em prática mais tarde ou mais cedo e caso queiram, como tudo nesta vida. Porque aliás, a vida não é uma lista de compras.
É algo mais sério e de responsabilidade.
Desde que fui mãe a minha vida mudou.
Quer dizer, desde que soube que tinha um ser dentro de mim, senti que Deus estava-me a presentear e a dar, por alguma razão, um rumo diferente à minha vida.
É inexplicável o amor que a gente transporta durante a gravidez e ainda mais quando nascem.
Dizem que é o nosso coração fora do corpo.
O meu filho é o meu maior tesouro, o meu descendente.
Sei que tudo o que ele vai ser um dia irá ser reflexo de nós enquanto pais. Quero lhe ensinar com clareza as adversidades e as excentricidades desta vida. Viver é tão bom e dar vida é uma dávida.
E todos os nossos filhos são dávidas de Deus.
Quando nos tornamos mães, esquecemo-nos um pouco do que eramos, e não é nenhuma mentira, porque só queremos dar o nosso melhor nos cuidados e ensinos.
Como resultasse num renascer ao nascer um bebé.
Não dá para negar a transformação interior. Tornei-me num ser com imensa força e com o pensamento sempre no meu filho. Tudo que realize é a pensar nele e no melhor para todos.
As complicações desde que nasceu não foram muitas. O António desde pequeno as únicas adversidades que nos deu foram: as malditas cólicas que desapareceram antes dos 3 meses e as noites em claro como qualquer recém nascido.
Começamos a nos habituar à rotina, ás noites prologadas que foram se tornando mais tranquilas, a antecipar a nossa saída de casa porque necessita de cuidados extraordinários...
Em contrapartida, ganhamos tantas coisas boas.
Neste post irei expressar a minha opinião sincera acerca do que sinto enquanto mãe, os prós e contras e o que é ser mãe em qualquer idade.
Ser mãe concluo que seja incutido em todas as mulheres, mas posto em prática mais tarde ou mais cedo e caso queiram, como tudo nesta vida. Porque aliás, a vida não é uma lista de compras.
É algo mais sério e de responsabilidade.
Desde que fui mãe a minha vida mudou.
Quer dizer, desde que soube que tinha um ser dentro de mim, senti que Deus estava-me a presentear e a dar, por alguma razão, um rumo diferente à minha vida.
É inexplicável o amor que a gente transporta durante a gravidez e ainda mais quando nascem.
Dizem que é o nosso coração fora do corpo.
O meu filho é o meu maior tesouro, o meu descendente.
Sei que tudo o que ele vai ser um dia irá ser reflexo de nós enquanto pais. Quero lhe ensinar com clareza as adversidades e as excentricidades desta vida. Viver é tão bom e dar vida é uma dávida.
E todos os nossos filhos são dávidas de Deus.
Quando nos tornamos mães, esquecemo-nos um pouco do que eramos, e não é nenhuma mentira, porque só queremos dar o nosso melhor nos cuidados e ensinos.
Como resultasse num renascer ao nascer um bebé.
Não dá para negar a transformação interior. Tornei-me num ser com imensa força e com o pensamento sempre no meu filho. Tudo que realize é a pensar nele e no melhor para todos.
As complicações desde que nasceu não foram muitas. O António desde pequeno as únicas adversidades que nos deu foram: as malditas cólicas que desapareceram antes dos 3 meses e as noites em claro como qualquer recém nascido.
Começamos a nos habituar à rotina, ás noites prologadas que foram se tornando mais tranquilas, a antecipar a nossa saída de casa porque necessita de cuidados extraordinários...
Em contrapartida, ganhamos tantas coisas boas.
Uma criança é uma lufada de ar fresco em qualquer família!
Uma questão que nem sempre todos os pais falam é o facto de muitos não terem o beneficio de ter os avós por perto para ficarem com os netos. Seja para dar um passeio no quarteirão mais próximo ou mesmo para ir trabalhar. (estamos juntos!)
Quando acharem que não estão a fazer um ótimo trabalho como gostariam, lembrem-se que não estão sozinhos nesta questão - há que relembrar que nós pais sabemos sempre o que fazer - somos uns guerreiros porque acabamos por dar mais valor ao facto de conseguirmos dar conta do recado.
Ser mãe aos 21, 31 ou 41 tem diferentes impactos na sociedade.
As mais criticas são mesmo as mulheres ou as pessoas com mais idade (curiosamente, as que antigamente tinham filhos demasiado cedo e mais do que um)
Obviamente que ser mãe antes do dezoito é uma irresponsabilidade, porque não é o esperado pela sociedade. É esperado terminarem os estudos, tirarem a carta, etc.
Mas não devemos criticar, porque pior é ter e abandonar, matar, maltratar... E antigamente era o típico e continua a ser.
Mesmo na casa dos vinte somos vitimas de olhares controversos.
Pessoas que pensam que sabem mais do que nós pais e dão opiniões gratuitas sem pensar que se tivéssemos dúvidas, a gente perguntava.
Para não esquecer a partir da casa dos 30 e 40. Meu deus, já vi com cada coisa.
Muitos os definem de velhos. Como assim? Consideram uma pessoa de 30 ou 40 anos velhos para serem pais. Ou é 8 ou 80.
Salientar que façamos bem ou mal, vão sempre falar.
Li à uns bons meses relatos sentidos de mães nessa "categoria" que se sentiam reprimidas pela sociedade. Viam as suas vidas serem comentadas, mas ninguém sabia que por detrás de tudo estava a impossibilidade de ser mãe, ou por opção, ou por falta de meios, ou por simplesmente, ainda não ter encontrado a pessoa ideal.
Para finalizar este assunto, tenho que mandar um grande abraço de conforto a essas mães e dizer-lhes que a vida é muito mais que as opiniões alheias. Se a vida nos deu um novo rumo temos que valorizar e agradecer por ter os nossos filhos junto de nós.
Ser mãe é a melhor coisa do mundo!
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