O dia em que fiquei sem a minha mala em Paris
Neste post irei abordar uma particularidade da nossa viagem de avião de Paris para cá, e em certo ponto serve de precaução para os viajantes.
Em Outubro foi a 2° vez que eu e o meu namorado fomos a Paris para matar saudades da cidade e da minha querida família, mas a companhia que nos transportou foi diferente da primeira. 
Em Janeiro de 2017 foi a Aigle Azur, tenho a dizer que foi cinco estrelas em todos os aspetos, menos a parte de Paris para cá ter atrasado. Pude transportar a minha mala na cabine em "cima" dos passageiros ou no porão, e uma outra no banco comigo.
Claro, para nós mulheres é uma regalia, porque podemos levar os essenciais connosco sem andar com tudo nos bolsos ou na mão. E ainda por cima desta vez viajava grávida.
Desta vez, viajamos na Transavia porque já não havia voos na outra companhia e aparentemente estava tudo bem.
 No aeroporto de Lisboa tive que colocar a minha querida mala de mão na da bagagem e aí suspeitei logo.
Não é que no aeroporto de Paris para vir para Portugal, com um pingo de esperança, caminhei até aos hospedeiros de bordo com o c.c e o bilhete e barraram-nos automaticamente. 
Stressamos logo, mas não fomos os únicos, um outro casal de portugueses (muito simpáticos!) estavam na mesma situação. Tive que colocar a mala dentro da mala de bagagem e estava tudo cheio e ainda por cima trazia casacos na mão.
Ideias da minha família de nos encher as malas com coisas para mim, para o bebé, para o Rúben, para o vizinho, para o gato, para o periquito... (ahah!) 😂
Conclusão: mandei a minha mala vermelha para o lixo, com muita pena minha, porque não tinha MESMO onde a colocar. 
Esta história serve de lição para a próxima vez levar uma mala XXL ou então optar por levar pouca roupa.

Bom feriado! 😉

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